terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Vamos falar sobre sexo

Não consigo entender porque qualquer coisa relacionada a sexo ganha uma proporção tão grande, já que é algo que todo mundo faz...

Com amor, ou sem amor, mas faz.
Antes ou depois do casamento, mas faz. 
Com uma única pessoa a vida inteira, ou com várias na mesma semana, mas faz. 
Com alguém do sexo oposto, ou alguém do mesmo sexo, mas faz. 
Com o intuito único e exclusivo para reprodução, ou por pura diversão, mas faz.

Exceto celibatários, monges e pessoas assexuadas, todo mundo faz.

Sexo é uma função biológica cuja relevância é muito individual. Para algumas pessoas é a melhor coisa da vida, para outras não tem nenhuma importância. E mesmo essas que não dão importância têm formas diferentes de lidar. Lembro de ter visto em um filme, há muito tempo, que tinha o diálogo de uma prostituta com um padre que ela dizia: “Sexo tem o mesmo significado para nós dois, é algo sem importância, tanto que você passa a vida sem fazer com ninguém e eu faço com qualquer um.”


Então porque falar para as crianças sobre isso é o fim do mundo? Respostas possíveis:

- Porque ainda está muito cedo. Baseado em quê se calcula que é cedo? A minha referência é a curiosidade da criança. Se ela pergunta é porque já está na hora de saber. Claro que fazendo as devidas adaptações de linguagem e passando o conteúdo aos poucos. Minha filha acabou de fazer 6 anos, mas ela sabe que ela saiu da minha barriga por um corte, mas que tem outros bebês que saem pelo “pipi”. Que nos dias em que estou mais impaciente é porque está perto do “sangue do pipi” chegar.

Quando minha filha me pediu uma irmã, tive que explicar que era muito complicado, pois eu e o pai dela somos separados. Que os amiguinhos da escola estavam ganhando irmãos, porque os pais continuavam casados. Que para que ela tivesse uma irmã, primeiro a mamãe tinha que ter um namorado, para depois fazer um bebê com ele. Mas se o pai dela encontrasse uma namorada e tivesse um bebê com ela, esse bebê também seria irmã.

Muita coisa já foi explicado, apenas a anatomia do ato sexual ainda não foi informado. E só não expliquei porque ela não perguntou. (Isso vale também para explicar às crianças sobre homossexualidade, não precisa entrar na questão anatônica, basta falar em namoro, em amor que elas entendem muito mais fácil que muitos adultos preconceituosos)


- Porque se explicar, vai influenciar. Bom, deixa eu te contar uma coisa: sua criança já está sendo influenciada o tempo inteiro. Olhe os outdoors no caminho de casa para a escola, escute com atenção as letras de música, que mesmo que você cuide que não toque em casa, mas que tios e primos mais velhos escutam, que o vizinho ouve, se atente para novelas, comerciais, vídeo clipes, etc. A erotização está por toda parte e é usada e abusada pelo marketing, da venda de biquínis, a venda de carros. E não adianta tentar proteger seu filho do mundo. É preciso ensiná-lo a viver nesse mundo.

- Porque criança pequena sabendo sobre tudo desestabiliza a família. De todas as possíveis respostas essa é a mais insana. O que desestabiliza família é a mentira e traição (e não estou falando só entre os pais, mentir para os filhos também é muito sério). É uma geração tentar impor sua forma de ver e viver a vida a outra geração (tanto a anterior, quanto a posterior) sem o devido respeito. É desrespeitar e isolar um membro da família por ser homossexual.


A melhor prevenção é a educação e a informação. Se você não fala sobre sexo com seu filho, alguém vai falar. E você vai perder a oportunidade de repassar os valores morais que espera que ele tenha. Para as pessoas mais religiosas, vai perder a oportunidade de passar os dogmas da sua religião. Vai deixar de alertar para os riscos de doenças e de gravidez indesejada. Vai deixar de ser a referência de fonte de sabedoria e conhecimento.


E por último e mais sério de todos: quanto mais ingênua é uma criança, mais fácil ser vítima de um pedófilo. Na postagem Projeta seus filhos há um texto, cujo autor nunca consegui a referência (se souber deixe nos comentários), com dicas importantíssimas. Uma leitura obrigatória.

Feliz 2016!

Cristine Cabral

Para continuar lendo sobre Educação Sexual:



quinta-feira, 17 de setembro de 2015

As meninas e o sexo

Minha filha é uma criança linda, não só aos meus olhos, pois sempre recebo elogios a sua beleza, inclusive com a frase "Eita, que quando ela for adolescente vai te dar trabalho... te prepara!" Frase comum, mas que me incomoda. E assim como tudo que me incomoda, parei para pensar de onde vem o incomodo...
Quando os meninos que são bonitos, essa frase não aparece. No máximo quando se pensa na adolescência dele o comentário é tipo "Vai ser o terror da menininhas!" Ou é a própria mãe admitindo que não quer nem imaginar como vai ser quando ele começar a namorar (já eu fico imaginando a sogra terrível que ela se tornará), que não quer nem pensar...

Pois eu penso! Embora não construa sonhos, nem gere expectativas. Minha filha é um ser humano com gostos diferentes do meu, que vai viver a adolescência dela em um mundo diferente do que eu vivi a minha, que vai sofrer influências diversas, além da educação que dou em casa e muitas outras coisas.

Por que ela me daria trabalho quando for adolescente? Só porque ela vai querer ter uma vida sexualmente ativa? Só porque a beleza dela irá despertar interesse nos meninos e em algumas meninas também? Eu só terei trabalho se for tentar evitar o inevitável: ela fazer sexo.

Lembro que há 25 anos atrás a minha geração foi o primeira a "ficar". Embora acredite que o "fenômeno" já devia acontecer antes, mas a minha geração foi a primeira a assumir o comportamento de beijar primeiro, perguntar o nome depois; a beijar alguém numa noite sabendo que no dia seguinte não haveria qualquer compromisso entre os dois "beijantes", a não ser o de repetir, caso tivesse sido interessante para ambos. Que problema era explicar isso para as mães!!! E para as avós??? Muitas achavam o "cúmulo do descaramento". Quantas de nós casou virgem? Quantas de nós casou com com o primeiro e único parceiro? Quantas de nós casou?

Cabe a mim, como mãe, alertá-la para as consequências de uma vida sexual ativa. Instruí-la quanto aos riscos de uma gravidez precoce, quanto a doenças sexualmente transmissíveis, que existem meninos que mentem só para conseguir sexo, assim como existem meninos que se apaixonam loucamente, tanto que podem se tornar inconvenientes. Que camisinha deve ser usada SEMPRE, mesmo depois de casada, pois traições são fatos (perdoáveis ou não) e com elas podem vir as DST's. Que sexo é algo muito bom, mas que exige responsabilidade. Que pode ser feito sem amor, mas com amor é muito melhor. Que príncipe encantado não existe, mas que existem caras legais cujos defeitos não serão problemas aos olhos dela. Que as mulheres têm tanto direito sobre seus corpos quanto os homens, mas que ainda tem gente que acha errado uma mulher ter tido vários parceiros, que "no meu tempo" se dizia que era "rodada" (espero sinceramente que esse termo seja esquecido nos próximos 10 anos).

Não sei que caminho ela irá escolher. Não sei se ela vai gostar de meninos, ou de meninas, ou dos dois. Não sei se ela será romântica para esperar se entregar a um grande amor. Não sei se ela será uma "feminist bitch". Só sei que estarei sempre a apoiá-la. Sem qualquer tristeza pelo fato "meu bebê" (já não uso essa expressão há anos, a não ser para implicar com ela :) ) estar se tornando uma mulher independente. Sei que vou estar disponível para dar colo quando a primeira desilusão amorosa vier... sem essa conversa de "Isso é besteira, você é muito nova para saber o que é o amor, você tem mais é que se dedicar aos estudos."

Quem estiver lendo isso pode até não concordar com a minha postura e não ouso dizer que é a coisa certa a fazer. O que exponho aqui é apenas a MINHA forma de ver o mundo e a vida... a minha forma de educar minha filha.

Não quero ser uma mãe necessária. Se eu sou necessária é porque ela ainda é dependente. Ela só aprenderá a voar com as próprias asas se eu der espaço. Sei que ela irá cair. Sei que irá doer (nela e em mim). Mas o erro faz parte da aprendizagem. A dor e o sofrimento fazem parte da vida (da dela e da minha) e quanto mais cedo a gente aprende a lidar com eles, menos a gente adquire cicatrizes emocionais. 

A palavra chave é RESILIÊNCIA, mas isso é assunto para um outro post.

Cristine Cabral

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Boa Mãe...



Conversando com algumas amigas recentemente falei para uma delas: "Mas eu não sou uma mãe boa". Ela estranhou, claro! Como poderia dizer isso de mim mesma? Tentei explicar da mesma forma que tentarei fazer aqui.
Na realidade sou uma boa mãe, sei disso. Mas, não sou uma mãe boa. E isso me é dito por pessoas diferentes (amigos, marido pediatra, professora, tia, etc.) de diversas formas, às vezes em tom de brincadeira, às vezes em tom de ironia, às vezes sério....Mas, então que tipo de mãe eu sou?...
Eu sou uma mãe que ensinou desde o primeiro dia o filho a dormir sozinho no quarto dele. Sou uma mãe que não pegou no colo o filho imediatamente- nem da primeira vez que ele chorou na maternidade,  nem até o momento. Sempre, espero para reconhecer que tipo de choro é, e se for de manha... realmente “des-sensibilizo” ele, ou seja, não o pego no colo, e aguardo até ele parar para lhe dar atenção ou colocar no colo.
Sou uma mãe que ensinou o filho a dormir sozinho no berço e não no colo. E posso dizer que apesar de ser muito bom. Vez ou outra- quando não estamos em casa e com seu berço ou cama a disposição- fico pensando que teria sido útil nesses momentos tê-lo ensinado a dormir também no colo de mãe ou pai...Mas, depois penso que fiz realmente o melhor.
Eu sou uma mãe que tirou a mamadeira do filho e o deixou com o copo de transição para tomar leite, quando ele tinha um ano e três meses. Suco e água ele já tomava no copo há tempos que nem lembro....
Eu sou uma mãe que pouquíssimas vezes- não chega a completar os dedos de uma mão- levou o filho para o próprio quarto e o fez dormir com ela e o marido. Talvez, pelo fato de que apesar do aconchego de pai e de mãe, tanto ele quanto nós dormimos melhor cada um em seu quarto- afinal foi assim que acostumamos desde o primeiro dia- e talvez por ele ter a certeza de que em muitos outros momentos podemos ficar aconchegados que não aquele...
Eu sou uma mãe que não corre para segurar o filho quando ele cai, espera primeiro para ver qual vai ser a reação dele.
Eu sou uma mãe que deixa o filho no berço sozinho, brincando, e vai tomar um banho tranquilo, pois sei que ele estará seguro ainda que sozinho.
Eu sou uma mãe que nunca deu a comida muito “mastigada para o filho”. Lembro da minha mãe ver meu filho comer banana aos pedaços e ficar horrorizada, afirmando com veemência que eu teria que amassar se não ele iria engasgar....Não adiantou eu explicar que ele foi aprendendo a mastigar desde que iniciou a alimentação complementar e que não iria engasgar pois sabia mastigar....Recebi um baita discurso e depois mais uma vez a frase “Você é uma mãe ruim”.
Enfim, o que quero dizer é que realmente desde que meu filho nasceu incentivo ao máximo sua independência e autonomia, porque sei como profissional, como ser humano e hoje também como mãe que isso é o melhor para ele. É claro, que não é fácil. É claro que ouço muitas críticas e também recebo muitos olhares admirados como se nem eu nem meu filho fôssemos desse planeta.  E sim, às vezes, tenho em mim o desejo que ele fosse mais dependente um pouco, me pedisse mais colo...Mas, depois esse meu desejo passa....Principalmente quando o vejo ganhando mais autonomia e confiança. E, principalmente, percebendo que ele está sabendo discernir que para o mais importante, para o que mais precisar, sempre terá  o meu colo.
Então, já estou quase acostumada com a frase “Você não é uma boa mãe”. E, em certa medida, a aceito, pois realmente sou uma mãe mais dura, mais firme, uma mãe que é capaz de ouvir o filho chorar por quase 10 minutos e esperar do outro lado do porta, com o coração na mão, para ver se ele consegue se acalmar sozinho.... o que talvez não me qualifique como uma mãe boa...Mas, tenho certeza de que sou uma boa mãe. Afinal, todas nós somos as melhores mães que nossos filhos poderiam ter, sejamos mães boas (mais sensíveis, ou apegadas ou seja como for) ou mais duras e firmes....Somos boas mães.
Não existe um único tipo de maternidade, nem um único tipo de criança. Contudo, você e eu somos as melhores mães que nossos filhos podem ter, pois somos suas mães.Por isso, posso dizer que não sou uma mãe boa, mas sim sou uma boa mãe.

Vanessa Nascimento

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Amoras Amassadas


Essa historinha ouvi há muito tempo, não lembro onde, nem quem me contou. Mas me acompanha sempre, principalmente nos atendimentos infantis. Mais ainda quando o motivo da queixa provem do comportamento dos pais.

"Era uma vez, uma mulher que criava cinco filhos sozinha. Eram muito pobres e moravam em uma localidade rural afastada do movimento da cidade.

A única distração que ela e as crianças tinham era no final da tarde irem colher amoras selvagens que cresciam por perto do terreno onde moravam. 

Cada um colhia o que podia e quando chegava em casa a mãe juntava todas as frutas e dividia igualmente para todos. Deixava as melhores para as crianças e ficava sempre com todas as amoras amassadas.

Certo dia a mãe ficou doente e não pôde ir para a colheita, mas as crianças foram, fizeram a colheita e dividiram tal qual a mãe fazia todos os dias, deixando para a mãe doente todas as amoras amassadas"

Há quem possa dizer que as crianças foram insensíveis por não darem à mãe doente as melhores frutas. A questão é que a mãe nunca explicou o por quê de ela sempre ficar com as amassadas. As crianças só fizeram o que cresceram vendo a mãe fazer.

Sempre que vejo uma mãe levando a mochila do filho, em pé no ônibus enquanto a criança vai sentada, deixando de comer no lugar que ela gosta para comer no lugar onde tem (ou dá de brinde) brinquedos lembro dessa história e me pergunto: será que ela sabe que está "comendo amoras amassadas"? 

Não tem nada de errado em querer dar o melhor para os filhos e ficar com a parte menos "doce". Desde que se deixe claro o por quê de estar fazendo isso. Qual a mensagem que se quer ensinar às crianças. Porque você pode achar que está ensinando "Podemos abrir mão de algumas coisas pelas pessoas que amamos", mas a criança pode está entendendo "Você é mais importante do que eu." O que não deixa de ser... aos olhos de muitas mães os filhos são mesmo mais importantes, mas o que não é educativo é a criança crescer achando que todos que estão à sua volta estão ali para servi-la. O mundo não irá tratar seu filho como a pessoa mais importante do recinto.

E você anda comendo somente as frutas amassadas? 

domingo, 10 de maio de 2015

As Relações Familiares e a Formação do Sujeito Emocional

Atualmente estou fazendo a pós-graduação em Psicopedagogia. E esta semana precisei redigir um texto como uma das avaliações de disciplina.

Achei o assunto tão relevante que resolvi compartilhar com vocês o texto enviado:

Aluna: Cristine Costa Cabral
Atividade Avaliativa 1
Módulo: Família: Relações, Vínculos e Aprendizagem

As Relações Familiares e a Formação do Sujeito Emocional

Este módulo trata da importância da família como base estrutural para as demais relações sociais, emocionais e de aprendizagem que acompanharão o sujeito ao longo de sua vida, nas demais instituições fora da família, como escola, trabalho, etc. Estudou-se as questões das particularidades que envolve cada família, tendo hoje em dia não mais a família nuclear patriarcal como único modelo. E como esta, no papel de primeira ensinante, é fator implicador do desenvolvimento da aprendizagem na escola.
“Criança não faz o que a gente diz, criança faz o que a gente faz.” Esta frase é uma constante nos meus diálogos. Seja numa roda de amigos (que sejam ou não pais), seja em atendimento clínico, seja em palestras ou cursos. Foi a forma mais sintética que encontrei para ressaltar a importância que os pais (e demais adultos que convivem com as crianças) têm na educação e desenvolvimento infantil.
Essa questão vai desde as questões mais simples como incentivar a criança a comer de forma mais saudável, o que se torna praticamente inviável quando os pais não possuem hábitos alimentares adequados. Até as questões mais básicas da educação social, como o uso das “palavrinhas mágicas”. Como uma criança aprenderá a pedir por favor, se em casa ninguém pede nada usando esta palavra, seja de mãe pra filho, seja de pai para mãe?
A escola sofre com a falta de educação básica. O que antes as crianças aprendiam em casa (regras de comportamento social, regras de etiqueta básica, etc.), hoje em dia esta demanda está sendo destinada à escola. As causas deste evento são tão diversificadas quanto os modelos de família da atualidade. Seja por que, nos primeiros anos de vida, a criança ficou aos cuidados de uma babá que praticamente não falava com a criança, deixando-a a maior parte do tempo em frente à televisão, seja por que a mesma ficou sob os cuidados de avós condescendentes, que ao menor gemido da criança já corriam para prover qualquer coisa que esta pudesse vir a desejar.
Este tipo de educação já vem sendo denominada por alguns estudiosos como “Crianças Terceirizadas”. Ou seja, com a enorme demanda de tempo destinado ao trabalho, os pais cada vez mais estão menos tempo presentes e vêm terceirizando a educação, contratando babás, professores particulares, psicólogos, escola de tempo integral, cursos de línguas, escolinhas de esporte, etc. E o mais básico da estrutura humana está sendo colocado em segundo plano: o afeto, a atenção, o carinho, a dedicação, a educação de valores, a imposição de limites...
Como conclusão o que posso colocar é que a parceria entre a escola e a família é essencial. Ambas têm papel fundamental na formação do cidadão, porém se esta não oferece modelos adequados de comportamento, de valores, de limites, pouco aquela pode fazer.
A curto prazo o problema não parece ser tão grave... alguns dias de suspensão, ou mudar constantemente de escola, ou colocar numa escola pública como punição ou como uma forma dos pais dissessem “lavo minhas mãos, não gastarei mais meu dinheiro com a sua educação, se você não quer ser educado”. Porém a médio e longo prazo as consequências são gravíssimas: mais e mais professores sendo agredidos (verbal e fisicamente) e adoecidos, incapacidade dos jovens de gerar vínculos sociais adequados e consequentemente mais sofrimento emocional, mais agressividade, mais depressão, risco social do desenvolvimento de conflitos com a lei, visto que se a autoridade dos pais e professores não é reconhecida, existe a probabilidade de que a autoridade legal e jurídica também não seja, dentre outras consequências de maior ou menor gravidade.

A educação de cada criança não é uma questão só da família, ou só da escola, é uma questão de todos, é uma questão social. Quando estivermos na terceira idade, é nas mãos destas crianças que nós e toda a sociedade estaremos.

Deixem nos comentários que nota dariam heheheh. Vamos ver se os meus professores concordam com vocês.