Esta semana quando fiz esta pergunta a um pai ele respondeu que o filho já brincava na creche... De fato as crianças brincam muito na creche, mas percebi que este pai não respondeu assim por descuido ou indiferença para com o filho, apenas achava que já era suficiente brincar na creche.
Daí eu optar por falar sobre o fabuloso mundo infantil das brincadeiras e também enfatizar a importância dos pais brincarem com os filhos.
Durante a semana a correria é grande e geralmente quando chegamos em casa estamos cansados e "cheios" do dia. Por outro lado as crianças estão cheias de energia têm com vontade de dominar o mundo... mas o que elas querem principalmente é a atenção dos pais e fazem tudo para obtê-la. Nesta "guerra" por atenção muitas vezes acabam com o pouquinho de paciência que resta dos pais...
Vendo por outro lado não é difícil resolver este problema, como já é nosso lema, apelo ao equilíbrio.
Estabelecer uma rotina diária da família é o primeiro passo e cumprir é o segundo (risos). Devem estar a se perguntar..e ainda vai restar tempo para brincar? Sim, o importante não é a quantidade tempo e sim a qualidade do momento da brincadeira.
15 minutos podem fazer a diferença, mas como? Quando os pais direcionam a atenção para a criança fazem com que ela perceba que é importante e isto contribui para criar uma relação próxima fortalecendo os laços afetivos entre os membros da família. E mais contribui para que o vou chamar de reserva de memórias positivas.
Nossos comportamentos são muitas vezes mais que palavras e para as crianças principalmente. Onde quero chegar... é preciso sentir prazer em brincar com o seu filho, e não fazer isto por obrigação. Desfrute desse momento sorria, solte-se e descontraia. Quem não sente prazer em ver o filho sorrindo? Eu sinto meu coração sorrindo (risos) e só de lembrar da carinha dela toda contente pela atenção dada ainda faz com que eu me sinta melhor ainda.
Quanta ao brincar permita que a criança escolha a brincadeira. Observe e participe de modo construtivo, como assim? Não vale competir com a criança para ganhar sempre dela, pois é fácil um adulto ganhar de uma criança nos jogos... Um exemplo: Construir algo com os blocos...ajude a criança a montar e não faça o seu super mega interessante. Se isto acontecer é provável que o seu filho pare de fazer o dele para ver o seu... (risos)... e em vez de participar da brincadeira ele vira espectador.
Porém, quando for um jogo no qual há necessariamente um ganhador, não a deixe ganhar sempre, pois vivenciar a frustração é importantíssimo para o desenvolvimento emocional.
Aproveite para estimular os sentimentos de auto-estima e competência deles.
"Existem estudos que mostram que as crianças tendem a ser mais criativas e desenvolvem menos problemas de comportamento quando os pais brincaram com elas, em pequenas, ao "faz-de-conta". (Os anos Incríveis; Stratton, 2011).
No livro, "Os anos Incríveis" a autora explora alguns tópicos sobre como brincar com o seu filho tais como:
- Evite lutas de poder;
- Elogie e encoraje as ideias e a criatividade do seu filho;
- Encoraje o desenvolvimento emocional da crianças através da fantasia e do "faz-de-conta";
- Aprecie e elogie o que o seu filho faz;
- Comente e descreva as ações do seu filho;
- Ensine o seu filho a brincar com outras crianças;
- Encoraje-o a resolver os seus problemas sozinho;
- Dê atenção à criança enquanto ela brinca.
Por fim...repito, o mais importante é a qualidade e não a quantidade. Lembranças positivas na infância são sempre bem vindas...sim?
SORRIA e partilhe os seus sentimentos de alegria, os filhos "agradecem", nós também... :)
Saudações de terras lusas! Um bom fim-de-semana a todos.
Taciana Ferreira
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Crianças Responsáveis
As crianças não fazem
o que nós dizemos para elas fazerem. O primeiro método de
aprendizagem é por meio da imitação. Em outras palavras: se quer
que seu filho tenha um determinado comportamento, primeiro você é
quem tem que fazer.
Como você acha que seu filho se sentiria se você comesse um hamburgão, com batatas fritas e refrigerante, enquanto exige que seu
pequeno tome uma sopa de abobrinha? Se sempre que você vai arrumar a
casa o faz se queixando, reclamando, xingando quem desarrumou, como
acha que seu pequeno vai realizar tal tarefa quando for a vez dele?
![]() |
| Nadine no Brasil |
Tanto eu quanto a
Taciana, já postamos fotos das nossas pequenas realizando tarefas
domésticas. E sempre apareceu a “piada” do “Isso é trabalho
infantil!”
Nenhuma de nós 2 temos
empregadas. Taciana por morar em Portugal, não é da cultura de lá. E eu por entender que essa mudança cultural já está às nossas
portas, pois assim como na Europa e Estados Unidos, em breve empregada
doméstica será um luxo, por ser uma prestação de serviço cada vez mais cara. Não a toa que sempre
ouço queixas de como é difícil encontrar uma boa empregada, o
perfil do nosso país está mudando (não vou desenvolver nenhuma análise sociológica educacional aqui, apenas é um fato.)
Assim sendo o fato de
nossas pequenas quererem lavar louças, ou varrer casas não é nada
mais que uma imitação do comportamento que elas vêm constantemente
em casa. E se elas passam a ver isso como algo da rotina (como
escovar os dentes) não será uma “obrigação” penosa e sim só
mais uma tarefa que faz parte do dia a dia.
Claro que aos 2, 3 anos
não colocamos as pequenas para assumir estas tarefas, mas se elas
demonstram interesse e se oferecem para “ajudar”, permitimos,
mesmo que isso nos “atrapalhe” um pouco, pois é mais fácil
tirá-las do caminho e terminar logo o que estamos fazendo, já que
sempre temos um monte de coisas para resolver. Porém se gastamos
alguns minutos ensinando e permitindo que elas “ajudem” teremos
várias consequências excelentes: desenvolvemos nelas o hábito dos
cuidados domésticos, dentro de alguns anos ganharemos uma ajuda
extra, fortalecemos o vínculo e a identificação mãe-filha. Com
poucos minutos elas se cansam e vão procurar outra atividade, mas a
experiência fica como algo natural e espontâneo.
![]() |
| Maria Eduarda em Portugal |
OBS. Estou sempre
falando em FILHA, porque é o nosso caso, ambas temos meninas, no
entanto tudo aqui vale também para os MENINOS.
Então, qual a idade
adequada para ensinar responsabilidade aos pequenos? Desde sempre...
terminou de brincar, sempre tem que guardar os brinquedos. “Mas ele
só tem 1 aninho... é tão pequeno...”
Você se lembra como
foi que criou o hábito de tomar banho todos os dias? Não, né!
Assim ele se sentirá com relação à organização dos brinquedos.
Você toma banho por obrigação, ou por gostar da sensação de
estar limpa? Assim também será com ele, que com o tempo gostará da
sensação de estar em um ambiente organizado.
Cuidado com trocas
artificiais, por exemplo: “Se você for tomar banho, te dou um
sorvete.” Os comportamentos devem ter suas consequências naturais
e que acompanhem a pessoa ao longo da vida. Ou você quer que sua
nora tenha que oferecer um sorvete ao seu filho para que ela tenha um
marido “limpinho” (risos)????
Nos comportamentais
chamamos essas trocas artificiais de reforçamento arbitrário, posteriormente pretendo
escrever sobre isso aqui também, para que entendam melhor. Mas por
hoje a mensagem é: seja VOCÊ o que você deseja que seu filho seja.
Quer ter um pequeno leitor, então leia com ele, quer que ele coma
verduras, então coma com ele, quer que ele seja organizado, então
arrume com ele, não quer que ele bata nos amiguinhos, então não
bata nele... (outro tema para, outro texto ;-) )
Cristine Cabral
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Consulta psicológica x Pais
Tenho recebido alguns pedidos de ajuda para crianças de 2 e 3 anos com problemas de comportamento na creche.
As queixas são: Uma criança que chora a manhã inteira, outra que morde tudo e uma que não quer se alimentar...
Considero cada caso com crianças um desafio, porque? O sucesso do acompanhamento não depende só do Psicólogo... envolve a escola, os educadores e principalmente os pais. O pedido de ajuda é feito geralmente pelas educadoras e antes de chamar os pais observo as crianças em sala. Geralmente os pais são receptivos e demonstram vontade em resolver o problema.
A questão é que promover melhorias e bem estar implicam em mudanças de comportamento. E é aqui onde quero chegar... nem sempre os pais estão preparados para isto e acham que é dever e obrigação da Psicóloga resolver o problema dos filhos...
Quando isso acontece e acredito que todos os colegas concordam comigo...temos um caso que caminha para o fracasso. Como dizia um professor de consulta, " Estamos a gastar saliva e não vai resultar".
Ou seja, costumo ser franca com os pais e explico que temos um trabalho em conjunto e que o papel deles é tão importante como o meu. Mais claro do que isso e melhor!?!? Acompanhar as melhorias e contribuir para o bem estar das crianças.
É fácil esclarecer esta questão pondo a situação de outra maneira. Será que uma hora por semana da criança com uma terapeuta é o suficiente para resolver todos os problemas de uma família inteira? Isso resolve com adultos que já tem capacidade cognitiva suficiente para perceber suas angústias, transmitir o que sente em palavras e inteligência para aceitar o que o terapeuta dá como retorno.
Com a criança é tudo bem diferente. Uma criança não acha que tem um problema a ser resolvido, tal como; "Sim. Quando eu quero alguma coisa faço um escândalo, esperneio, bato, mordo e no final alguém sempre me dá o que eu quero."
Claro que uma criança não tem consciência disso, ela só se utiliza de estratégias que sabe que funciona e que traz o resultado que ela espera.
Assim sendo, uma terapia infantil exige bastante de uma psicóloga, mas exige tanto, ou mais dos responsáveis.
Texto de hoje escrito a 4 mãos e a distância ;)
As queixas são: Uma criança que chora a manhã inteira, outra que morde tudo e uma que não quer se alimentar...
Considero cada caso com crianças um desafio, porque? O sucesso do acompanhamento não depende só do Psicólogo... envolve a escola, os educadores e principalmente os pais. O pedido de ajuda é feito geralmente pelas educadoras e antes de chamar os pais observo as crianças em sala. Geralmente os pais são receptivos e demonstram vontade em resolver o problema.
A questão é que promover melhorias e bem estar implicam em mudanças de comportamento. E é aqui onde quero chegar... nem sempre os pais estão preparados para isto e acham que é dever e obrigação da Psicóloga resolver o problema dos filhos...
Quando isso acontece e acredito que todos os colegas concordam comigo...temos um caso que caminha para o fracasso. Como dizia um professor de consulta, " Estamos a gastar saliva e não vai resultar".
Ou seja, costumo ser franca com os pais e explico que temos um trabalho em conjunto e que o papel deles é tão importante como o meu. Mais claro do que isso e melhor!?!? Acompanhar as melhorias e contribuir para o bem estar das crianças.
É fácil esclarecer esta questão pondo a situação de outra maneira. Será que uma hora por semana da criança com uma terapeuta é o suficiente para resolver todos os problemas de uma família inteira? Isso resolve com adultos que já tem capacidade cognitiva suficiente para perceber suas angústias, transmitir o que sente em palavras e inteligência para aceitar o que o terapeuta dá como retorno.
Com a criança é tudo bem diferente. Uma criança não acha que tem um problema a ser resolvido, tal como; "Sim. Quando eu quero alguma coisa faço um escândalo, esperneio, bato, mordo e no final alguém sempre me dá o que eu quero."
Claro que uma criança não tem consciência disso, ela só se utiliza de estratégias que sabe que funciona e que traz o resultado que ela espera.
Assim sendo, uma terapia infantil exige bastante de uma psicóloga, mas exige tanto, ou mais dos responsáveis.
Texto de hoje escrito a 4 mãos e a distância ;)
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Teoria ou Coração
Como psicóloga conheço
diversas teorias, como profissional escolhi atuar com a Análise do
Comportamento e como mãe ponho muito do meu conhecimento teórico em
prática. O que me deixa bastante segura quanto aos resultados.
Mas e quem é só mãe?
Que teoria seguir? Qual dos especialistas ouvir? Por que mesmo dentro
da psicologia existem diversas abordagens e explicações sobre o
desenvolvimento infantil. Me lembrei logo da uma frase que li
recentemente no livro “Modernidade Líquida” de Bauman que hoje
“...
não se pode errar, também não pode saber se se está certo.”
Acredito que ninguém mais do que uma mãe sofre com essa eterna
dúvida.
Vou
considerar neste contexto teoria como sendo algo que uma autoridade
no assunto orienta a mãe a fazer e não trabalhos científicos,
pesquisas ou coisas do gênero. Assim sendo toda e qualquer mãe ouve
teorias sobre como educar seus filhos. No caso de sociedades ditas
“primitivas” estes especialistas são os mais velhos.
Neste
momento me veio à cabeça as mães de algumas tribos africanas que
praticam a escarificação, que é uma forma de modificação
corporal na qual são feitas feridas com profundidade suficiente para
que fiquem cicatrizes. Quanto mais visível melhor. Quem tiver
estomago, pode procurar imagens no Google, mas vou logo adiantando
que não são nada agradáveis, principalmente as fotos de crianças.
Por
que as mães permitem que seus filhos passem por esse sofrimento
todo? Porque na cultura delas as cicatrizes significam orgulho da
família, proteção contra a morte, força, coragem e até
beleza. E qual a mãe que não quer tudo isso para seus filhos? (Mais
em: http://tattoos.lovetoknow.com/Africa_Scarification_History)
Cabe
a cada uma pensar se a fonte da sua teoria é confiável o
suficiente. E no caso de discordância? Então tem-se que ter coragem
para enfrentar tudo e todos. Como fez o irmão da índiazinha Hakani,
que a tirou do buraco no qual a menina havia sido enterrada vida. Tal
responsabilidade passou para o irmão de Hakani, após os pais terem
se suicidado, pois não tiveram coragem de matar a menina como a
teoria local afirmava que deveria ser feito, mas não tiveram coragem
suficiente para enfrentar toda a tribo. (Mais em:
http://www.hakani.org/pt/historia_hakani.asp)
Assim
concluo que a tarefa de ser mãe é realmente muito especial, pois
temos sempre que estar equilibrando os dois lados da balança na hora
de tomar todas as decisões referentes à criação de nossos filhos.
A nossa palavra de ordem aqui neste blog será sempre EQUILÍBRIO. Não estamos dizendo que é fácil, mas é extremamente NECESSÁRIO.
Em
outra oportunidade falarei sobre essa eterna busca pela perfeição,
impossível de ser alcançada, mas extremamente auto-cobrada por cada
mãe. Não necessariamente na próxima terça-feira. Acompanhe-nos.
E você? Já precisou fazer alguma escolha muito difícil? Compartilhe sua história conosco.
Cristine
Cabral
sábado, 29 de setembro de 2012
Gestão do Tempo - Um desafio a cada dia.
Ontem era meu dia de postar e vi-me sem a menor possibilidade de fazê-lo. Porque?!? Apesar de sexta-feira ser um dia que tenho destinado para ficar em casa e tratar dos assuntos da Quinta e também pôr em dia as minhas pendências ontem saí de casa às 09h e só voltei às 22h30h.
Poderia ter tentado escrever, mas depois de um dia inteiro para um lado e outro com o meu marido a tratar dos mais variados assuntos. No fim da tarde tive que "correr" para ir buscar a Eduarda na creche para levá-la ao parque para brincar com os amigos e depois comer pizza.
Quando cheguei em casa ainda pensei em escrever, mas o cansçao venceu eu só queria contar a histórinha para a Eduarda (minha filha) e dormir também.
Daí que surgiu a idéia de escrever sobre o tema "Gestão do Tempo".
Como a maioria das mulheres tenho multitarefas e constantemente decido dar um "STOP". Como assim? Decido parar e descansar, esfriar a cabeça, relaxar e começar tudo de novo. É que tem horas que começo a ficar tão acelerada que acabo por não fazer nada como tem que ser.
Sigo alguns passos para gerir meu tempo de modo mais eficaz que são; no dia anterior penso que no que tenho que fazer no dia seguinte, hierarquizo por prioridades e deixo no fim aqueles assuntos que se o tempo não permitir, o acaso, contratempos... e imprevistos (risos) poderão ficar para o outro dia. Partilho a "agenda" com o Tino e negociamos uma divisão dos assuntos, uma vez que, trabalhamos juntos aqui na Quinta.
Ah! Claro que conto com a minha querida agenda, com meus apontamentos e também número de telefones. Vocês podem pensar, "que coisa mais arcaica"... não, não é, ontem para completar o dia cheio ainda acabou a bateria do meu telefone, ou seja, a agenda sempre ajuda. Outro detalhe importante sei o telefone do meu maridinho de cabeça que me apoia e ajuda com a nossa pequena.
Como não temos babá dividimos algumas tarefas meu marido leva a Eduarda para a creche eu vou buscá-la.
Mas, mass... no meio de toda a correria existe uma palavra importante no meu dia-a-dia que é a FLEXIBILIDADE. Tenho consciência que nem sempre as coisas acontecem como eu planejo, daí que é sempre bom ter o plano B, ou seja, alternativas, para contornar e resolver o que ficou por resolver.
Detalhe, reclamar que nada dá certo, reclamar da vida e dos problemas que não se resolvem não é a melhor solução, AJA, REAJA e siga em frente.
É isso gente! Respirar fundo e encarar os desafios do dia-a-dia com ATITUDE positiva, sorrir mais e descontrair.
Vou ali aproveitar o fim de tarde com meus amores...
Mente sã, corpo sã. Bom fim-de-semana! Saudações de terras lusas. :)
Taciana
Poderia ter tentado escrever, mas depois de um dia inteiro para um lado e outro com o meu marido a tratar dos mais variados assuntos. No fim da tarde tive que "correr" para ir buscar a Eduarda na creche para levá-la ao parque para brincar com os amigos e depois comer pizza.
Quando cheguei em casa ainda pensei em escrever, mas o cansçao venceu eu só queria contar a histórinha para a Eduarda (minha filha) e dormir também.
Daí que surgiu a idéia de escrever sobre o tema "Gestão do Tempo".
Como a maioria das mulheres tenho multitarefas e constantemente decido dar um "STOP". Como assim? Decido parar e descansar, esfriar a cabeça, relaxar e começar tudo de novo. É que tem horas que começo a ficar tão acelerada que acabo por não fazer nada como tem que ser.
Sigo alguns passos para gerir meu tempo de modo mais eficaz que são; no dia anterior penso que no que tenho que fazer no dia seguinte, hierarquizo por prioridades e deixo no fim aqueles assuntos que se o tempo não permitir, o acaso, contratempos... e imprevistos (risos) poderão ficar para o outro dia. Partilho a "agenda" com o Tino e negociamos uma divisão dos assuntos, uma vez que, trabalhamos juntos aqui na Quinta.
Ah! Claro que conto com a minha querida agenda, com meus apontamentos e também número de telefones. Vocês podem pensar, "que coisa mais arcaica"... não, não é, ontem para completar o dia cheio ainda acabou a bateria do meu telefone, ou seja, a agenda sempre ajuda. Outro detalhe importante sei o telefone do meu maridinho de cabeça que me apoia e ajuda com a nossa pequena.
Como não temos babá dividimos algumas tarefas meu marido leva a Eduarda para a creche eu vou buscá-la.
Mas, mass... no meio de toda a correria existe uma palavra importante no meu dia-a-dia que é a FLEXIBILIDADE. Tenho consciência que nem sempre as coisas acontecem como eu planejo, daí que é sempre bom ter o plano B, ou seja, alternativas, para contornar e resolver o que ficou por resolver.
Detalhe, reclamar que nada dá certo, reclamar da vida e dos problemas que não se resolvem não é a melhor solução, AJA, REAJA e siga em frente.
É isso gente! Respirar fundo e encarar os desafios do dia-a-dia com ATITUDE positiva, sorrir mais e descontrair.
Vou ali aproveitar o fim de tarde com meus amores...
Mente sã, corpo sã. Bom fim-de-semana! Saudações de terras lusas. :)
Taciana
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