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sexta-feira, 7 de março de 2014

Não há inteligência. Há inteligênciassssss!

Quando era criança eu nunca era incluída entre os alunos inteligentes, não me destacava nas notas, era tímida demais para me manifestar em sala e a proporção que a dificuldade foi aumentando, a timidez que me impedia de esclarecer dúvidas, fez com que meu rendimento diminuísse e eu passei a ser qualificada de aluna desinteressada, "insuficiente", que não era esforçada, etc.

Logo nos primeiros semestres do curso de Psicologia uma "crise existencial" se instalou. Muitas vezes assuntos eram debatidos longamente entre professor e alunos que não conseguiam entender, algo que eu havia entendido na primeira explicação. Porém isso não era motivo de orgulho, mas sim de insegurança, pois provavelmente eu estaria enganada e tinha entendido errado, pois (para mim mesma) não era uma aluna inteligente. Então me esforçava para tentar enxergar o meu erro. 

E para mim era ainda mais estranho quando a palavra inteligente chegava a mim como um elogio. Logo pensava: "Essa pessoa me conheceu agora, logo vai perceber que não sou tão inteligente assim."

Ainda hoje não consigo elencar este adjetivo entre as minhas qualidades. Mas sei que não sou tão "burra" quanto achava que era. Embora a palavra burra nunca tivesse sido usada, era assim que me sentia.

É comum ouvir a pergunta: "E el@ é inteligente?" No entanto a pergunta adequada seria: "Em quais inteligências el@ se destaca?"

Pois fiquem sabendo que existem NOVE tipos de inteligência.

Lógico-matemática

A capacidade de confrontar e avaliar objetos e abstrações, discernindo as suas relações e princípios subjacentes. Habilidade para raciocínio dedutivo e para solucionar problemas matemáticos. Possuem esta característica matemáticos. 

Linguística

Caracteriza-se por um domínio e gosto especial pelos idiomas e pelas palavras e por um desejo em os explorar. É predominante em poetas, escritores, e linguistas, como J.K. Rowling, T. S. Eliot, Noam Chomsky, J. R. R. Tolkien, W. H. Auden,Fernando Pessoa,Machado de Assis entre outros.

Musical

Identificável pela habilidade para compor e executar padrões musicais, executando pedaços de ouvido, em termos de ritmo e timbre, mas também escutando-os e discernindo-os. Pode estar associada a outras inteligências, como a lingüística, espacial ou corporal-cinestésica. É predominante em compositores, maestros, músicos, críticos de música como por exemplo, Ludwig van Beethoven, Leonard Bernstein, Midori, John Coltrane, Mozart, Maria Callas, Jimmy Page.

Espacial

Expressa-se pela capacidade de compreender o mundo visual com precisão, permitindo transformar, modificar percepções e recriar experiências visuais até mesmo sem estímulos físicos. É predominante em arquitetos, artistas, escultores, cartógrafos, navegadores e jogadores de xadrez, como por exemplo Michelangelo, Frank Lloyd Wright, Garry Kasparov, Louise Nevelson, Helen Frankenthaler, Oscar Niemeyer.

Corporal-cinestésica

Traduz-se na maior capacidade de controlar e orquestrar movimentos do corpo. É predominante entre atores e aqueles que praticam a dança ou os esportes, como por exemplo Cristiano Ronaldo, Marcel Marceau, Martha Graham, Michael Jordan, Pelé, Eusébio, Messi.

Intrapessoal

Expressa na capacidade de se conhecer, estando mais desenvolvida em escritores, psicoterapeutas e conselheiros, como por exemplo, Sigmund Freud.

Interpessoal

Expressa pela habilidade de entender as intenções, motivações e desejos dos outros. Encontra-se mais desenvolvida em políticos, religiosos e professores, como por exemplo o Mahatma Gandhi e Adolf Hitler .

Naturalista

Traduz-se na sensibilidade para compreender e organizar os objetos, fenômenos e padrões da natureza, como reconhecer e classificar plantas, animais, minerais, incluindo rochas e gramíneas e toda a variedade de fauna, flora, meio-ambiente e seus componentes. É característica de biólogos, geólogos mateiros, por exemplo. São exemplos deste tipo de inteligência Charles Darwin,Rachel Carson, John James Audubon, Thomas Henry Huxley.

Existencial

Investigada no terreno ainda do "possível", carece de maiores evidências. Abrange a capacidade de refletir e ponderar sobre questões fundamentais da existência. Seria característica de líderes espirituais e de pensadores filosóficos como por exemplo Jean-Paul Sartre, Søren A. Kierkegaard, Frida Kahlo, Alvin Ailey, Margaret Mead, Bento XVI e o Dalai Lama.

(fonte: wikipedia)
Ou seja, eu era uma criança que possuía mais desenvoltura nas inteligências Intrapessoal, brincava sozinha a maior parte do tempo, mas isso não me incomodava. Era tímida demais para fazer amizades. Corporal-sinestésica no que diz respeito a dança, basta olhar que aprendo muita coisa e ainda hoje se me esforçar um pouco consigo, ou se tiver um bom professor, sou capaz de "encarar" qualquer ritmo. O engraçado é que não era tímida para apresentações de dança, desde que não tivesse que falar, não me importava. E principalmente a Linguística, nunca precisei estudar para as provas de português, redação (como era chamada na época) era minha aula preferida, muitos recreios eram na biblioteca, ou na sala de aula, lendo.
E ainda temos a Inteligência Emocional, mas esta é assunto para um outro post exclusivo.
Para concluir só deixo aqui o recado para que as mães (e os pais) conheçam seus filhos. Cuidem da auto-estima deles, cada um é capaz de alcançar um grande sucesso, porém será o sucesso DELE. É o que a própria criança sonha e tem capacidade e talento para alcançar.
É comum a frase: Respeite pai e mãe! Mas pai e mãe também devem respeito à individualidade de cada um de seus filhos.
Para continuar lendo sobre o assunto indico outros posts:

Cristine Cabral

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Motivação x Volição na Aprendizagem Escolar


Dons e talentos, como os frutos de uma árvore, só se tornam visíveis quando estimulados sob " condições necessárias e suficientes" ( Teo, 1997). Esta frase, é a base do post de hoje, com isso quero abordar um tema interessante que conheci logo no início do mestrado em Psicologia Educacional que se chama "volição" na aprendizagem escolar. Atualmente um dos maiores esforços desenvolvidos nos vários estudos deste tema tem a intenção de aumentar o grau de realização dos alunos e assim atingir o sucesso escolar tão esperado e desejado pelos pais

Nesse sentido, os professores tem um papel importante, pois influenciam desde os primeiros anos, os alunos para o desenvolvimento e ajudam a comprometerem-se nas tarefas dentro e fora da sala de aula.

De fato os estudantes munidos de estratégias volicionais, participam activamente no seu processo de aprendizagem, seleccionam métodos apropriados e retém esse material à medida que avançam. O cultivo destas habilidades e confiança para enfrentar os desafios escolares e mais tarde a responsabilidade da vida ativa inicia com a interacção, suporte e instrução da auto-regulação que percepcionaram anteriormente. Para atingir esse fim, os alunos precisam de adquirir auto-disciplina nas tarefas escolares. Daí a importância da "parceria" pais, professores e escola. Uma atitude positiva dos pais diante da escola contribui para que os filhos valorizem a mesma.

Continuando na vertente educacional, a volição é tida como o sistema psicológico de controle que protege a concentração e a atenção na tarefa. Direcciona o esforço face às distrações ambientais e pessoais, ajudando assim na aprendizagem e desempenho.

A psicologia actual enquadra a volição como uma das componentes das teorias da auto-regulação.Sendo assim volição é uma das fases da teoria triádica identificando-se com a vertente mais comportamental e completando o vazio entre os pensamentos e as acções. Sendo esta a força motriz, o atributo que inicia e mantém a acção com a concretização de um objetivo.

É frequente a confusão entre volição e motivação, contudo são dois conceitos que são facilmente distintos não obstante a sua interligação. Isto é a volição compreende no atingir de metas, enquanto que a motivação está mais relacionada com a definição das mesmas ou a intenção de fazer algo. Isto significa que a motivação isolada não basta para alcançar objectivos, o sucesso requer um esforço persistente, estratégias adequadas e um estado emocional congruente. É esta combinação de factores, que se apresenta no conceito volicional, que faz com que a volição em conjunto com a motivação seja essencial para atingir as metas. 

Dessa maneira o processo volicional consiste na recepção de informação, relacionando as experiências passadas com o presente. O estímulo que desencadeia a acção é o desejo da pessoa, este é seguido por um fenómeno de escolha em direcção ao objectivo. Posteriormente e mediante as estratégias estabelecidas é executada a própria acção. O processo termina com a avaliação da acção.

É frequente no contexto escolar alunos e professores deparam-se com inúmeras situações de aprendizagem que necessitam do controle volicional. E.x.:

  • Quando é exigido aos alunos para acabar uma tarefa atribuída, logo estes não são livres de escolher outra acção;
  • Existe barulho suficiente na sala de aula para distrair os alunos da tarefa que eles se comprometeram;
  • Outros interesses e metas subjetivas competem com a intenção de trabalhar ou aprender, dividindo assim a atenção dos alunos; (muito comum).
  • Os alunos desenvolvem ansiedade que interfere com o desejo de agir. Os alunos então poderão ser ajudados por um aumento de auto consciência que sugere a necessidades de controle volicional. 
  •  
Muitos alunos têm dificuldades com os trabalhos ao longo da escolaridade, embora alguns fazem-no naturalmente mas outros esforçam-se para os iniciar e manterem-se atentos. São muitas vezes distraídos por barulhos na sala de aula, ou atividades mais apetecíveis. Estratégias volicionais, nestas condições podem servir de impulsionadores para que consigam manter o objectivo, já vários estudos o demonstraram. Estes pensamentos e acções equipam os alunos com técnicas neutralizantes a emoções negativas ou intrusões. 

"Aprender não é algo que acontece ao aluno é algo que acontece pelo aluno”. Zimmerman (2001)

A chave do sucesso, é sem dúvida o esforço e a determinação!

Bons estudos e bom fim de semana!

Saudações de terras lusas.

Taciana Ferreira

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O "mais", o "melhor", o "primeiro"

Na época em que trabalhava na área organizacional e fazia muitas entrevistas para empregos ou estágio era praxe a pergunta: "Qual característica sua, você acha que precisa melhorar?" Nunca fiz nenhuma estatística, mas a impressão era que cerca de 90% respondiam: "A ansiedade. Sou uma pessoa ansiosa. Quero que as coisas aconteçam o mais rápido possível. Não gosto de esperar" Isso por si só não eliminava, nem aprovava os candidatos, dependeria muito do perfil solicitado para a vaga. Mas me perguntava: "Será uma 'epidemia' de ansiedade?"

Ano passado li o livro Modernidade Líquida de Zygmunt Bauman e algumas citações me levaram a reflexão sobre o nosso contexto social contemporâneo:
“... não se pode errar, também não pode saber se se está certo." (p. 75) 
"Os objetivos podem ser estabelecidos apenas para a presente etapa do esforço sem fim – e a satisfação de alcançar um objetivo é apenas momentânea. (…) não há tempo para descanso, e toda celebração de
sucessos momentâneos não passa de um intervalo antes de outra rodada de trabalho duro (…) A busca da aptidão é um estado permanente de auto-exame minucioso, auto-recriminação e auto-depreciação permanentes, e assim também de ansiedade contínua." ( p. 92,93)
“convive-se com a falta de garantias (de posição, títulos e sobrevivência), a incerteza (em relação à sua continuação e estabilidade futura) e a insegurança (do corpo, do eu e de suas extensões: posses, vizinhança, comunidade)” (p. 184).

Não pretendo fazer nenhuma análise social ou antropológica, mas sim, como mãe, pensar em como esta realidade pode afetar a minha filha e como psicóloga infantil como as crianças estão sendo educadas dentro deste contexto.

A ansiedade das mães quanto ao futuro dos filhos, uma ânsia em oferecer "tudo do bom e do melhor" muitas vezes não é sentida, ou percebida nem por elas mesmas, nem pelo contexto social, já que é "normal" preparar o filho para que consiga as melhores oportunidades e o quanto antes, que ele seja o "mais" competente, o "melhor" funcionário, o "primeiro" a ser promovido. Teoricamente isto lhe garantiria alguma segurança com relação ao futuro. (Teoricamente!)

Quando presencio uma reunião de mães, que não são amigas e sim apenas conhecidas, as vezes me sinto num concurso de "A Melhor Mãe da Face da Terra!" cujos critérios são o desempenho cognitivo, motor, emocional, social e etc das crianças. "Meu filho andou com 8 meses", "O meu tem 3 anos e já sabe escrever o nome", "A minha filha, é praticamente a chefe das crianças do prédio e só tem 6 anos". Até aí tudo bem, pois estando várias pessoas que tenha um único ponto em comum se falar só sobre este assunto. A "competição" que percebo é quanto aos olhares de reprovação àquela mãe que diz que não se importa do filho de 4 anos beber refrigerante, caso a maioria deles seja adepta da alimentação super-saudável, ou o olhar de "afff que exagero" àquela que diz que o filho tem 5 anos e nunca comeu nada industrializado, caso o grupo seja das adeptas das comidinhas de prateleira de supermercado. 

Essa cultura do "mais", do "melhor", do "primeiro" me preocupa sobre o quanto e como as crianças estão sendo afetadas por esse modelo de sociedade doentia, pois não é à toa que patologias como Síndrome do Pânico, Compulsão Alimentar (ou de álcool, ou de jogo, ou de compras, ou de qualquer coisa que traga sensação de prazer imediato), Transtorno Obsessivo Compulsivo, Fobias das mais diversas inclusive a Fobia Social, dentre outras mais têm sido cada vez mais diagnosticadas.

A palavra de ordem é "estimular". Mães procuram toda forma de estimular suas crianças desde os primeiros meses de vida, a mídia se favorece dessa palavra para vender jogos e brinquedos, colégios prometem além do ensino básico, os mais diversos tipos de estímulos. Não que estimular seja errado, mas, como tudo na vida, se a dose é excessiva, também se tornará prejudicial.

É lindo um bebê de 8 meses que já anda, dá orgulho ver o filho de 3 anos escrevendo o nome. Mas devemos analisar quais aspectos estão sendo estimulados, se essa corrida contra o tempo e contra os "concorrentes" não está "adultizando" cedo demais. E se a menina resolver ser a primeira dentre as amigas a beijar na boca com 10 anos, ou se o menino aparecer com alguma bebida alcoólica aos 13 anos? Se eles sempre fizeram todas as coisas mais cedo que os colegas, por que não começar logo a adolescência (com todos os seus riscos, dramas e preocupações)? Isso sem falar de como a criança se sente com relação a tantas cobranças de desempenho.

Então mãezinhas, cuidado com a dose... seja do remédio, seja do elogio, seja da disciplina... Só amor demais é que não faz mal, mas a forma como este amor é demonstrado, também deve ser moderado. Ninguém gosta de se sentir sufocado, nem mesmo as crianças.

Equilíbrio é a palavra de ordem.

Cristine Cabral

P.S. Se quiser ler mais sobre Ansiedade Infantil indico http://www.pediatriaemfoco.com.br/posts.php?cod=279&cat=8

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Dificuldades de Aprendizagem: Um Bicho de 7 cabeças?


Inicío o texto com a seguinte pergunta: Quando não existia escola havia dificuldades de aprendizagem? 

Não, definitivamente não! Como poderia existir alguma dificuldade de aprendizagem no âmbito escolar se não era necessário ir a escola, aprender a ler, fazer contas...etc...etc...?

Então, aonde quero chegar? As dificuldades de Aprendizagem surgiram quando foi necessário que todos tivessem que ir a escola Aprender. Parece óbvio, mas muito vezes caímos no erro de achar que há algo de errado em nossos filhos porque eles não aprendem, em vez de tentar entender o motivo do problema. Sendo a escolaridade obrigatória e o sucesso escolar almejado e desejado por todos os pais aos seus filhos, quando isso não ocorre facilmente vemos pais frustrados, preocupados e até mesmo desesperados!

De fato, e aproveitando um pouco do que a Cristine referiu no texto passado, os pais precisam conhecer os seus filhos. Estar atentos aos primeiros sinais de possíveis dificuldades. Para as crianças que vão a pré-escola muitas vezes os professores é quem são os primeiros a perceber quando algo não vai de acordo com o esperado para a idade.

É importantíssimo, que haja compreensão e sabedoria dos pais para os avisos, que escutem e saibam receber a notícia como ajuda e não ofensa. Do tipo: "Não, não meu filho não é assim..o meu filho é inteligente"! Proteger o filho nem sempre significa ajudar. Escutar o que o professor tem a dizer, procurar outros profissionais é sempre a melhor opção. 

Vou dar um exemplo de um caso em que a criança com 2,3 anos falava muito pouco e parecia estar sempre "desligada" de tudo na creche e também em casa. Sabem qual era o problema? Ela ouvia muito mal...resolvido o problema de audição rapidamente a criança desenvolveu a linguagem. Depois cito os casos de crianças que têm dificuldade em aprender a ler no primeiro ano, e que facilmente são consideradas disléxicas, mas têm problemas de visão... O quanto antes detectado o problema de modo correto melhor. 

O primeiro ano escolar é muito importante para a criança e o acompanhamento dos pais ainda mais.  O acompanhamento diário dos pais nas tarefas escolares dos filhos influencia de modo positivo o desempenho das crianças. Aaprendizagem da leitura de modo correto pressupõe a aprendizagem das outras matérias, pois para aprender matemática é preciso ler e interpretar. Muitas vezes a criança não consegue acompanhar o ritmo da turma e compara-se aos colegas que não parecem ter qualquer dificuldade e conclui que é " menos capaz. Quando isso ocorre o passo para o evitamento da tarefa é rápido! Não queremos que o problema chegue a esse ponto? Não.


Logo, a avaliação da dificuldades de aprendizagem no 1º ciclo permitirá perceber melhor as dificuldades do aluno (por estar centrada em áreas relativamente delimitadas) e também por ser realizada num momento em que com maior sucesso se poderá evitar acumulo dos problemas. 

Conforme Lopes (2010), a avaliação tem que ser feita nas áreas deficitárias (ex. leitura e cálculo), e nos processos que estão envolvidos, processos esses treináveis e também em áreas fundamentais como a motivação para a aprendizagem e as relações com os colegas. A abordagem destas áreas irá permitir uma melhor compreensão do aluno face à escola, bem como as probabilidades de um intervenção bem sucedida.

É importante entender que a aprendizagem escolar não é algo que se desenvolve com o passar do tempo e sim um processo que se treina diariamente. Por isso pais, se o seu filho apresentar dificuldades de aprendizagem, não se desespere! Procure ajuda e dê apoio a criança. As crianças agradecem e nós também.

Saudações de terras lusas,

Taciana Ferreira