Mostrando postagens com marcador valores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador valores. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Príncipes e Princesas! Mas o que é mesmo ser um príncipe ou uma princesa???



O post de hoje resolvi fazer diferente. É um texto que escrevi para meu filho recentemente, explicando a ele o porquê de chamá-lo de príncipe. Depois de pronto, considerei uma boa alternativa para partilhar com vocês. É um texto destinado ao Nicolas mas que pode ser muito bem aproveitado por todos! Ele segue abaixo.
Nicolas, hoje a mamãe recebeu um lindo conjunto de macacão que comprou pela internet. Na realidade foram dois conjuntos, mas um deles é mais especial porque eu o escolhi para ser a primeira roupa que você vai usar ao nascer.
Ele é lindo! Branquinho com detalhes em azul e de ursinho. O macacão vem com um agasalho por cima que tem um ursinho com uma linda coroa e no detalhe da perna diz em francês: Eu sou um príncipe!


Isso me fez pensar que muitas mães e pais chamam seus filhos e filhas de príncipes e princesas. Acredito que várias devem ser as razões para isso... como, por exemplo, que toda família é um reino, com o rei e a rainha e que seus filhos são seus príncipes ou a princesas. Outra razão que me parece ser bem comum é considerar o filho ou a filha de uma beleza dignas da realeza segundo o senso comum.
E porque tanta importância, ou questionamentos acerca do que levam os pais a chamarem seus filhos(as) de príncipes (ou princesas)? É algo tão natural, tão comum afinal de contas. Contudo, para mim as palavras e o porque de dizê-las, seu significados e significantes, tem sim muita importância, afinal elas nos constroem em grande medida.


Essas reflexões levaram-me então a pensar nos meus motivos e os de seu pai Nicolas, para chamá-lo de príncipe. Então, filho, aqui vai uma breve explicação do porque para nós você é um príncipe.
Nós acreditamos que um príncipe muito acima de ser belo, deve ser um ser humano bom , que preza pelo bem comum em suas ações, que preocupa-se com o bem estar do outro tanto quanto o seu próprio bem estar. É aquele que não faz ao outro o que não quer que o outro lhe faça. É uma pessoa que possuí respeito e cuidado para com os mais velhos. É um homem educado e gentil para com todos, e que sabe que o mais importante não está na superfície, na aparência das pessoas, mas sim dentro delas, em sua alma e seu caráter. Um príncipe entende que esses valores são muito importantes do que beleza, classe social, cor ou religião.
Um príncipe, para nós seus pais, é um ser humano que busca sempre a justiça, que procura ser honesto e justo em tudo aquilo que faz, simplesmente porque acredita que é o correto a se fazer. Um príncipe não mente! Nem para si mesmo ou para qualquer outro, porque a mentira não pode trazer nada de bom nem justo.
Ele trata as mulheres com gentileza, respeito e amabilidade, porque assim merecem ser tratadas as damas, as princesas e as rainhas que partilham dos mesmos valores de um príncipe como você.
Ao escolher uma mulher para dedicar seu amor a ela,  a respeita, cuida dela, como uma joia rara que foi presente de Deus. Mas, a escolha muito bem! Pois, nem todos são educados para serem verdadeiros príncipes ou princesas. Acredito que eu e seu pai lhe educaremos para que você saiba distinguir as verdadeiras princesas das falsas.
Então, Nicolas, por tudo isso que lhe dissemos você é um príncipe! Porque você será educado para ser um homem que preza pela justiça, que pratica a bondade, que busca em suas ações o que é correto e bom para todos além de si mesmo. Será educado para respeitar e ser gentil com os mais velhos, e com todos. Independente de qualquer critério superficial, porque você aprenderá que o mais importante são os valores que as pessoas carregam dentro de si e que constituem o seu caráter. Você é um príncipe porque será um homem cheio de sabedoria e inteligência e saberá usá-las em seu cotidiano e não apenas em questões teóricas.
Eu e seu pai nos esforçamos para praticar esses valores todos os dias. É verdade que nem sempre conseguimos, pois somos seres humanos falhos, com defeitos, mas sempre nos esforçamos para conseguir ser como um rei e uma rainha devem ser. Esforçar-se para fazer o certo é sempre o mais importante!
Nunca acredite se lhe disserem o contrário! Eu e seu pai somos muito felizes e você é fruto desse amor muito feliz que vivemos nesses mais de 14 anos juntos. Acredite em nós! Príncipe!
Vanessa Nascimento

terça-feira, 25 de junho de 2013

Sala de espera

Ontem levei a minha pequena à pediatra que atrasou os atendimentos, somado a isso cheguei mais cedo do que a hora marcada, assim ficamos um certo tempo na sala de espera. Enquanto não entrava fiquei observando o comportamento das outras crianças e seus pais.

Quando chegamos só havia uma menina na sala, mais ou menos 1 ano e meio, brincava com um puff sozinha enquanto pai e mãe tinham os olhos grudados em seus respectivos celulares. Depois de um tempo o pai guardou o dele e sempre que a mãe tentava ver algo ele punha o dedo no celular dela. Até que ela deu um tapinha no ombro dele enquanto dizia "Para abestado!"

Em seguida chegou um menino, mais ou menos da mesma idade. Uma criança muito simpática que sorria para todos e logo se aproximou da menininha começaram a interagir sempre sob os olhos atentos da mãe dele. Brincaram um tempo e ele começou a jogar umas pecinhas de madeira, a mãe logo tomou a atitude de dizer que não era assim que brincava e o levou para o outro lado da sala onde não havia brinquedos.

Pouco antes da menininha entrar no consultório chegou outra mãe com um casal de filhos, acompanhada de outra pessoa (avó das crianças, tia, ou só uma amiga mesmo) a menina devia ter entre cinco e seis anos e o menino não mais que um. A menina sentou-se e ficou quieta com as coisas que havia em cima da mesa, enquanto o pequeno brincava com os outros dois menores. Dentre as distrações que havia para as crianças, tinha um bloco de desenhos para colorir, a mãe do casal contou algumas folhas, destacou e pôs em baixo da bolsa. Achei muito interessante quando a menina viu e disse "Mamy, isto é para as outras crianças. Não podemos levar. É daqui da mesa para quem quiser." e a resposta foi "Mas tem bastante filha. Estou levando para você colorir em casa." A menina continuou argumentando e só se deu por satisfeita quando a mãe disse que iria perguntar a recepcionista se podia levar. O comentário da acompanhante para mim foi "Essa menina é um caso sério." e eu respondi "Não, ela é um caso CERTO."

Atenção!!!!! Estas situações não qualificam as mães em boas ou más, nem em melhores ou piores. Não se pode julgar quem quer que seja por uma única observação de menos de uma hora.

Meu objetivo neste post é chamar atenção aos modelos que são oferecidos às crianças. No primeiro caso, não será surpresa nenhuma se a criança chamar algum amiguinho de "abestado", ou aprenda a "implicar" para conseguir atenção. Mas a segunda menina já demonstra que o modelo da mãe não é o único determinante do comportamento de uma criança. 

Confesso que fiquei interessada em saber como a menina aprendeu a ter esta consideração com as outras crianças, pois a mãe e a acompanhante disseram que é uma constante, até mesmo nas festas de aniversário a menina não deixa que as pessoas se apossem de muitos doces. Sempre com o argumento que pode faltar para outras pessoas. Ali não era o local e nem o momento para uma coleta de informações para posterior análise funcional e tive que me contentar com as informações espontâneas das adultas e dos comportamentos possíveis de serem observados.

Fica a minha admiração àquela menina que não só demonstrou empatia com pessoas que ela nem conhecia, como não se importou de corrigir o comportamento da mãe na frente de estranhos e a firmeza de não abrir mão da sua opinião. Espero que ela cresça com esses valores, que seja um bom modelo para o irmãozinho (e para a mãe também, por que não?). E gostaria muito de encontrar mais adultos que pensassem e se comportassem como ela. Nossa sociedade está carente de pessoas quem pensem nos outros antes de pensar em si mesmas ou nos seus parentes.

Cristine Cabral

P.S. A minha filha ficou o tempo todo ao meu lado, também observando as crianças. Que será que ela achou?

terça-feira, 21 de maio de 2013

Mentira tem perna curta.

E aos 3 anos e meio, mais curta ainda.

Semana passada a Dine mentiu pela primeira vez. Mas antes de falar mais sobre o episódio gostaria de fazer algumas considerações.

Minha filha é uma menina cheia de imaginação. Por ser filha única passa muito tempo brincando sozinha, mas não para de falar um minuto. Quem a conhece pessoalmente pode até se admirar, pois é muito tímida com outras pessoas, mas em casa é uma tagarela. Toda hora é uma história diferente, é mãe das bonecas, ou professora. As vezes vira a Mônica e passa correndo pela casa gritando "Volta aqui seu moleque." Agitando alguma coisa, como se fosse o Sansão.

As vezes quando peço pra ela fazer alguma coisa e ela responde: "Já fiz." e eu "Como é que é?!", e ela "Hahaha, estou brincando mamãe."

As duas situações anteriores não considero mentira. Mas como saber a diferença? Pelo objetivo. Na primeira situação a imaginação está trabalhando e isto é muito importante para o desenvolvimento cognitivo, emocional, etc. No segundo exemplo o objetivo não é me enganar e sim fazer uma graça. Só algo para nos fazer rir.

O episódio da semana passada foi algo deliberado, ela contou para a professora que EU tinha dito que ela não podia tomar banho na escola, pois estava tossindo. A professora acreditou piamente, pois minha pequena é conhecida como "boa de recado". Primeiro, ela não estava tossindo coisa nenhuma, segundo que quando está assim tão mal a ponto de não poder tomar um banho na escola, eu nem deixo que ela vá. Resumindo: ela não queria fazer algo e para escapar resolveu contar uma mentira. Ou seja, o objetivo era sim enganar a professora.

Algumas pessoas podem estar pensando: "Ah, mas um banho não é grande coisa... Isso dá pra deixar passar." Não! Não dá para deixar passar não! Pois nessa idade o pensamento ainda não é capaz de perceber os nuances do comportamento moral. Para as crianças pequenas as regras devem ser claras e bem definidas e não baseadas no "depende". 

Eu, particularmente, tenho total aversão a qualquer tipo de mentira, mesmo as socialmente aceitas como
quando alguém pergunta uma opinião sobre o novo corte de cabelo. Caso não seja do meu agrado, prefiro dizer algo como: "Não é bem do meu estilo. Mas se você ficou feliz, então está ótimo." E principalmente se minha opinião não foi pedida, ficou quieta, também não preciso ser deliberadamente desagradável, ou inconveniente. Mesmo por que gosto é algo pessoal e não se discute.   

Não quero dizer que sou santa, nem que sou um livro aberto. Muitas coisas eu omito, pois é um direito meu. Outras eu posso estar enganada, passar uma informação que no momento acredito ser verdadeira, mas que pode não ser bem assim. E muitas, muitas, muitas vezes a verdade não é um fato, é só uma questão de opinião, de ponto de vista. Duas ou mais versões podem ser verdadeiras, dependendo de quem conta e do que se sente. Mas inventar ou manipular uma informação para obter um benefício próprio, considero desonestidade. E disso o Brasil está cheio, em todos os nuances possíveis.

Nossa sociedade tem muitos tons de cinza (nenhuma menção ao livro (risos) que por sinal ainda não li) no que diz respeito ao que é honestidade... Quando se fala em gente desonesta se vem logo à mente os políticos que sonegam impostos, os estelionatários que aplicam golpes, pois aí se fala em grandes quantias. E quando o troco vem a mais e a pessoa percebe, mas não devolve ao caixa? E quando a pessoa pede para aquele amigo que trabalha no local para dar uma "ajudinha para agilizar" e passar na frente dos outros?

Meu objetivo como mãe é criar uma filha com valores morais adequados e EU tenho que ser o maior exemplo dela. Nas menores coisas como jogar o lixo no lixeiro, ou como, quando estiver dirigindo em um engarrafamento, não fechar um cruzamento (mesmo que o apressadinho de traz morra de buzinar), se pode ensinar muito sobre cidadania, direito individual e coletivo, leis e regras sociais e morais.

Educação é mais que conteúdo que a escola passa, é mais do que aprender a falar inglês antes dos 15 anos de idade. Educar é criar cidadãos. É orientar adequadamente as pessoas que daqui a uns anos serão os nossos médicos, engenheiros, políticos, etc. 

A frase da imagem abaixo resume o meu objetivo geral no post de hoje.












Cristine Cabral 

terça-feira, 14 de maio de 2013

Mamãe, eu quero...

Antes fosse mamar... Atividade que cumpria com o maior prazer, uma das melhores sensações que já tive na vida.

Agora, aos 3 anos e meio, tudo que vê quer. E olha que ela praticamente não é exposta a comerciais infantis. O canal que ela passa mais tempo assistindo é a TV Cultura, pois não tenho tv a cabo e neste canal passa as animações preferidas por ela. (Peixonalta, Dora Aventureira, Cocoricó, Sid, o Cientista). O programa que assistimos é o Quintal da Cultura, onde os apresentadores nunca aparecem com "recadinhos" no meio do programa e estão ajudando até a diminuir o medo dela por palhaços.

Mas meu objetivo hoje não é falar sobre mídia, ou consumo e sim de individualidade.

 Mesmo não tendo tanto acesso às campanhas publicitárias, ela tem várias amiguinhas e sempre aparece frases como: "A Maria e a Lara fazem balé." "A Jamile tem uma Baby Alive." A Bruna teve um aniversário de princesa." Minha resposta para todas as frases desse tipo é sempre a mesma: "Sua amiguinha é uma pessoa diferente de você, que tem uma mãe diferente, uma família diferente." Claro que com um tom de voz bem maternal.

Alguém pode está pensando, mas assim ela não vai ficar excluída? O que pretendo é ensinar a diferença entre individualidade e individualismo. Evitar a regra do "todo mundo..."

Muitas mães de adolescentes detestam quando os filhos vêm pedir para fazer ou ter algo com o argumento do "Mas todo mundo vai (ou já tem)." Porém o que poucas lembram é que a é que a lei do "todo mundo" foi introjetada nos primeiro anos de vida com frases: "Senta menino, não está vendo que está todo mundo sentado?!" ou "Deixa de choro. Vocês está vendo algum amiguinho chorando?" O ideal seria dizer: "Sente-se que assim a gente consegue ver melhor o que está acontecendo e sem incomodar as pessoas." ou "Qual o motivo para tanto choro?" Ou seja, passar valores sociais como respeito às pessoas em volta, ou atenção particular ao que se passa com a criança naquela situação.

Cada pessoa é um ser único, cheio de qualidade e também de pontos que precisam ser melhorados. (Não gosto de usar o termo "defeito", parece algo que está quebrado e sem conserto, ou algo mal feito) Cada um com seus gostos, valores e preferências.

Se ensinamos nossos filhos que eles têm direito à individualidade, também estamos ensinando a respeitar a individualidade dos outros. 

As crianças naturalmente fazem amizades em questão de poucos minutos e normalmente não reparam nas diferenças sociais, ou físicas. Sua aceitação é incondicional. Mas esta, com o passar do tempo, vai sendo extinta. Os adultos antes de qualquer contato social, meio que avaliam o outro por meio de suas roupas, comportamento, deficiências, etc. É preciso conseguir identificar algo em comum com a outra pessoa para saber se "vale a pena" o contato, algum tipo de interesse. Assim muitas pessoas vivem numa eterna corrida para se tornarem "interessantes", uma eterna busca por status, para que o seu devido "valor" seja reconhecido pelos outros à sua volta.

Não preciso temer que a minha filha seja excluída por não ter os mesmos brinquedos. Pelo menos não nesta fase da vida dela. Até valorizo a questão da diversidade de brinquedos, pois se uma tem os que ela não tem e ela tem o que as outras não tem, juntando, a diversidade é bem maior e todas têm mais acesso a brinquedos diferentes. E ainda ensinamos a importância de compartilhar.

Quero ensinar a minha filha a importância do SER... ser amiga, ser gentil, ser disponível a ajudar e assim conseguir TER o que é mais importante: ter amigos fieis e desinteressados, ter respeito a todas as diferenças, ter uma vida feliz de fato. Uma felicidade que independe das coisas, uma felicidade verdadeira. Pois como já dizia Carlos Drummond de Andrade:

"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade"

Cristine Cabral

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

"Quem AMA, cuida".


No texto passado, "Férias: Castigo para os pais?" referi que os pais não trabalham para os filhos. Gostava de explorar melhor no texto que segue esta citação. Por que digo isso? Porque não é difícil escutar no dia-a-dia comentários sobre o trabalho que os filhos dão...são a 3a jornada de trabalho de uma mulher. Ou a expressão: "Ô menino para dar trabalho!".

Desde que a Maria Eduarda nasceu como toda mulher, no meu caso casada precisei me adaptar a nova rotina. Organizar as tarefas diárias, casa, estudos, trabalho, maridão e assumir o meu papel de mãe. Ser mãe foi uma escolha, eu quis juntamente com o meu marido e assumimos está dádiva de corpo e alma. Daí eu não achar que tenho trabalho com a minha filha. Eu não trabalho para ela. Eu faço porque gosto, tenho responsabilidade e isso é uma rotina diária de uma mãe. Uma frase que resume facilmente onde quero chegar e foi referida no texto passado e não me canso de falar é: "Quem ama cuida". :)
Adoro esta foto eu e minha pequena com 7 dias! Saudades...


Mas por que eu querer retirar essa expressão "que filho dá trabalho" do meu dia-a-dia? Por ser algo visto como negativo, carregado de "cansaço"...quando se diz isso, já antecipamos uma carga para as costas. E como sinto prazer de estar com a minha filha, me dedico a ela...simplesmente. E acredito que a maioria dos pais fazem isso, apenas repetem a tal frase por ser algo que faz parte do nosso dia-a-dia. Por que não mudar?

Esta é uma estratégia de substituição de pensamento negativos por pensamento positivos e tranquilizantes. Resulta, acreditem!

Claro que sou humana e tenho os meus dias de cansaço... mas fazer o que? Respirar fundo e tentar não misturar os assuntos (risos). Minha filha não tem culpa. Os filhos também têm os dias deles de cansaço e mau humor (risos), um bom momento para ensiná-los a lidar com as frustrações.

Acontece que geralmente quando os comportamentos inadequados resolver aparecer coincidem com os dias que estamos mais cansadas, gastas, stressadas... É difícil não se descontrolar, então uma dica para os momentos de birras, pitis é choramingos.

IGNORAR, por mais que custe para a mãe ficar ouvindo berros e dramas o melhor é mesmo ignorar..aos poucos a criança percebe que não funciona!

- Neste momento é importante que os pais evitem a discussão e o contato visual com a criança. 
- No início é comum a criança berrar ainda mais e mais alto! Se você ceder... já sabe, para a criança o berro vale a pena. Simples...eu berro, grito e consigo! Então se decidir usar esta técnica prepare os ouvidos e mentalizar-se para ser capaz de manter a sua decisão e ignorar.
-  Ignore e desvie a atenção para outra coisa.
- Ensine aos outros a ignorar, isto é, o pai também precisa estar preparado, bem como familiares e amigos.
- Dê atenção a comportamentos positivos, quando a criança se acalmar explique a ela que gosta de a ouvir falar assim sem choramingar. Elogiar o fato dela estar a portar-se bem. Sorria. :)

E como em todas as dicas apelo a prática do bom senso, se a birra consistir em algo que seja prejudicial a criança não ignore...

Uma coisa tenho certeza, e que toda mãe deve saber bem, é que todo dia é dia de ser mãe. Cada uma com a sua rotina, regras e valores. Como a Cristine referiu "Mãe Não é tudo igual", mas uma coisa temos em comum queremos sempre o melhor para os nossos filhos.

Saudações de terras lusas...

Frioooo...
Taciana Ferreira